A 30 dias do início dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, Gerardo Martino entregou a sua carta de renúncia do posto de treinador da Seleção. E foi justamente o evento olímpico que foi o estopim para o treinador argentino, que teve apenas três derrotas sob o comando da Albiceleste.
Antes da Copa América, Martino convocou 35 jogadores para o evento. Mas hoje, poucos tiveram a liberação dos clubes. Inclusive dos argentinos, que estão na contramão da AFA. E não há como mudar os nomes neste momento, já que a FIFA exige que os atletas só poderão ir para os Jogos se estiverem nesta mesma lista.
Dos 35 nomes, dez já não irão: Augusto Batall, Jonatan Maidana, Leandro Vega (River Plate), Emanuel Mammana (Olympique Lyon), Mateo Mussachio (Villareall), Manuel Lanzini (West Ham), Franco Cervi (Benfica), Paulo Dybala (Juventus), Joaquín Correa (Sampdoria) e Mauro Icardi (Inter de Milão). Todos eles não foram liberados pelos seus clubes.
Antes da renúncia de Martino, o jornal La Nación garantia que alguns jogadores ainda estariam em tratativas para vir ao Brasil. Casos de Victor Cuesta, Emiliano Rigoni e Martín Benítez, todos do Independiente. Antes, o clube de Avellaneda era contrário em liberar os jogadores, mas as tratativas estavam em bom andamento. Já Iván Rossi, do Banfield, até viria, desde que não assine contrato com o River Plate.
Dos convocados do Boca Juniors, Guillermo Schelotto só irá ceder seus jogadores caso seja eliminado da Libertadores. Caso vá a final, será apenas sete dias para se apresentar ao evento. O mesmo valeria para Jonathan Calleri, atleta do São Paulo. Ramiro Funes Mori (Everton), Lo Celso (PSG), Salazar (Central), Kranevitter (Sevilla) ainda dependem da liberação de seus clubes.
Dos jogadores liberados, curiosamente há três goleiros disponíveis, mas a lista permite apenas dois para os 18 convocados. Trata-se de Gerónimo Rulli (Real Sociedad), Axel Werner (A.Rafaela) e Ezequiel Unsain (Newell’s). Dos jogadores de linha, estão liberados, José Luis Gómes (Lanús), Leandro Gianetti (Vélez), Alexis Soto (Banfield), Maurício Martínez (Unión), Santiago Ascacibar (Estudintes), Leandro Paredes (Empoli), Lucas Romero (Cruzeiro), Giovanni Simeone (River, único liberado), Ángel Correa e Luciano Vietto (Atlético de Madrid).
Outra questão é quem dirigirá a Seleção nos Jogos Olímpicos. Devido ao credenciamento, não pode haver um novo nome como treinador. Assim, Jorge Pautasso, Raul Marcovich, Adrián Coria, seus auxiliares técnicos, seriam os principais nomes para comandar a Seleção. Isso se eles não deixarem o cargo junto com Martino.
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