O jargão dito por Galvão Bueno ao final da Copa do Mundo de 1994 foi, por inúmeras vezes, plagiado nas redes sociais no momento em que Lionel Messi conquistou o seu quarto prêmio de Melhor do Mundo, ou melhor dizendo, mantendo a coroa entre os melhores jogadores da atualidades.
Messi mereceu o prêmio. Não só pelos 91 gols marcados em menos de 70 jogos em um mesmo ano, mas pelo que desempenha no Barcelona. Apesar de não ter conquistado títulos, fez sua melhor temporada pelo clube catalão e pela Seleção.
Cristiano Ronaldo, para sua desgraça, nasceu em um período errado. É outro gênio, mas abaixo de Messi. Infelizmente, para alguns, ser o segundo melhor em sua profissão é ruim. Lamentável inveja.
Iniesta fez muito ao conquistar o título com a Espanha, na Eurocopa. Conquistou, até que injustamente, o prêmio de melhor jogador da Europa na temporada – mais pelo feito obtido com a Fúria. Tanto foi que ficou em terceiro.
O tetracampeonato faz com que o argentino seja o recordista do prêmio, superando ícones como Ronaldo e Zidane. Ou seja: mais um recorde para a sua galeria. O que para muitos é pouco.
Ao invés de vislumbrar e se sentir honrado em ver esse craque, nem que seja pela TV, o menosprezam só pelo fato de não conquistar um troféu que é concorrido apenas de quatro em quatro anos – o que não deixa de ser importante, mas não chega aos pés de uma Champions League atual.
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