Porto Alegre – Sob um clima de desconfiança e mistério, o técnico da Seleção Argentina, Alejandro Sabella, concedeu na tarde desta terça-feira, no estádio Beira Rio, a coletiva de imprensa de véspera da partida contra os nigerianos. Assim como fez na partida de estreia, o comandante argentino não confirmou a equipe e diz que irá avaliar os seus atletas no último treinamento no próprio estádio antes divulgar os 11. Além disso, admitiu que a Seleção depende mesmo do craque Lionel Messi.
Um dos motivos pela possível mudança tem muito a ver com o desgaste físico em relação ao último jogo, assim como horário em que foi realizado o duelo contra os iranianos. “Normalmente não sou de fazer muitas mudanças. Mas eu tenho de ter todos os jogadores prontos, tanto do ponto de vista profissional quanto humano. Vamos ver se estão recuperados das partidas do outro dia. Sempre aparecem dores de último momento. Não posso falar nomes que tenho dúvidas”, despistou o treinador da Seleção Argentina.
Um dos jogadores que praticamente estão fora do confronto contra os nigerianos é o lateral-esquerdo Marcos Rojo. No treino de segunda-feira, em Belo Horizonte, o jogador foi poupado e deu lugar a Basanta. Existe a ainda a possibilidade de Campagnaro atuar na posição, uma vez que ambos os jogadores atuam pelas laterais, mesmo com suas posições de origem ser a central. “Não te posso dizer se alguém está lesionado. Estamos pensando na situação do Rojo, por causa do cartão amarelo”, disse o treinador.
E pode sobrar até mesmo para Lionel Messi. Sabella, antes do treinamento no estádio Beira-Rio, disse que iria avaliar um por um dos titulares para saber se teria condições. Na última resposta da coletiva, o treinador chegou a dizer que poderia sim poupar o craque caso ele não esteja com algum desgaste físico ou muscular. “Se ele estiver bem, vai jogar. Depois do treinamento falaremos com todos os jogadores”, agregou o treinador da Seleção Argentina.
Messidependência
Sabella admitiu também que existe na Seleção Argentina a dependência de seu camisa 10. Isso foi notório nos últimos jogos, inclusive nos amistosos, em que o jogador é sempre acionado, mesmo quando não há necessidade. “Sempre quando você tem um jogador como Messi, existe uma dependência. O que temos de fazer é que seja menor, mas a dependência sempre existirá”, agregou.
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