Belo Horizonte – Durante os últimos amistosos da Seleção em solo argentino, uma faixa na torcida chamava atenção: ‘Basanta, traé Garotos’, referindo-se a famosa marca de chocolates brasileira e também zombando que ele somente viria ao Brasil a passeio. Mas os dois últimos jogos mostraram que o jogador é homem de confiança de Alejandro Sabella, entrando no decorrer da partida contra a Suíça e como titular na vaga de Rojo, contra os belgas.
E neste domingo, um dia após ajudar a Argentina a fazer história, se classificando para as semifinais, quebrando um jejum de 24 anos se estar entre os quatro melhores, o jogador esteve na coletiva de imprensa ao lado do ‘Jefe’ Javier Mascherano. E ali, teve a oportunidade de falar pela primeira vez sobre como sentiu quando viu aquela faixa, seja no estádio ou nas imagens divulgadas pela imprensa naquele dia do confronto contra a Eslovênia.
“Não me atrapalhou em nada. Sempre estive focado em dar o melhor de mim. Em todos os clubes que passei, cheguei sem cartel, mas conquistei meu espaço e meus objetivos. Quando cheguei à Seleção, foi igual, pois ninguém me conhecia. Isso me fortaleceu ainda mais para seguir trabalhando e consegui reverter essa situação”, destacou o jogador do Monterey, do México.
Basanta ressaltou que ter jogador uma partida de Mundial foi algo incrível, ainda mais pela circunstância. “Sempre sonhamos jogar esse tipo de jogo. Foi algo tocante. Eu estava tranquilo, pois trabalhei para isso e estou feliz que deu tudo certo. Ajudei em algo histórico para a Argentina, mas estamos conscientes de que não ganhamos nada”, agregou o lateral/central, que deve voltar ao banco de reservas com o retorno de Marcos Rojo.
O defensor ressaltou ainda que o convívio com o grupo ajudou muito em sua estreia no Mundial e em uma partida decisiva para a Argentina. “A união do grupo e a conversa dos jogadores que não tem tanta experiência ajudou bastante. Isso fez ficar mais tranquilo, me deixou fortalecido para a hora do jogo”, revelou o Basanta.
A Argentina enfrenta a Holanda na próxima quarta-feira, às 17h, na Arena Corinthians, em São Paulo. Esse será o segundo jogo em seis partidas da Argentina fora do horário das 13h. O único antes da semifinal foi na estreia, contra a Bósnia, às 19h, no Maracanã.
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