O alerta está vermelho para quase metade dos clubes da Primeira e da Segunda divisão do futebol argentino. A dívida com seus jogadores chega a 40 milhões de pesos, e como já vem sendo anunciado, o futebol pode parar. “Se vierem com um carro forte e pagarem os 40 milhões, acabou. Mas está feio. Os jogadores assinaram declarações e temos mandatos para cobrar as dívidas. Eu estou preocupado e ocupado. Falar que o Apertura não irá começar foi um ao de valentia da nossa parte, quando os valentes tinham que ser os dirigentes. Não espero muito deles. Temos que perguntar para os dirigentes do San Lorenzo, Independiente e River como que vão fazer para pagar e armar equipes nocas”, declarou Sergio Marchi, ontem pela noite ao jornal Clarín.
Ontem também, Julio Grondona declarou e reclamou da falta de apoio do Estado, “Se nos derem o Prode bancado (sistema de aposta por telefone e intenert), no lugar do atual, a solução seria total”. Mas o representante da Associação dos Jogadores (FAA), cree que o tema tem de ser discutido com maior profundidade e profissionalismo, “Temos que realizar um debate sem os dirigentes, porque eles que armaram esta festa”, ressaltou Marchi.
Boris Lisnovsky, vice-presidente do Independiente (deve cerca de $6 milhões), declarou ontem em reunião na AFA que o clube não tem intimações, “Não temos intimações, somente pedidos de cobrança. O clube sempre pagou. E vamos pagar”. Segundo Horacio Usandizaga, presidente do Rosário Central, o clube já ‘levantou’ 60 das 62 intimações qe recebeu, “As outras duas não vou pagar porque são dois delinquentes. Um é um empresário e outro não me recordo como se chama”.
“O jogador intima para cobrar. E se o clube não em tempo, o jogador pode romper o contrato”, explicou Marchi. No meio desta tormenta de clubes devedores, alguns já estão solucionando seus problemas como o Racing que já resolveu a situação com os seus jogadores, pagando os sálario de seus atletas. E o Huracán admitiu que o problema esta sendo solucionado no clube, “Vamos discutir como”, declarou Babington.
“Para mim, os cinco grandes já não são o que todo mundo pensa. Agora digo que os grandes são Vélez, Estudiantes e Lanús, que estão com tudo pago e são um exemplo”, concluiu Marchi.
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