A Argentina entra em campo nesta quarta-feira, 30 de setembro, às 21h, contra a Bolívia, no Estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba, com metade das arquibancadas fechadas por decisão da Fifa. A entidade multou a AFA e determinou o fechamento de 50% do estádio, com a Popular Sur totalmente vazia e a Popular Norte com 2.500 lugares a menos, depois de cânticos racistas, homofóbicos e discriminatórios de torcedores argentinos nos cinco jogos da Copa do Mundo deste ano. Os cinco jogos citados na sanção, contra Cabo Verde, Egito, Suíça, Inglaterra e a final perdida para a Espanha por 1 a 0, são todo o caminho da seleção no torneio, do mata-mata inicial à final.
O amistoso é o primeiro dos três da janela de data Fifa pós-aposentadoria de Messi, que segue reservado só para a despedida contra o Benin, em 6 de outubro.
Scaloni ainda não abriu o time
Até a véspera do jogo, Scaloni não tinha dado pista da escalação, com expectativa de estreia entre os jovens convocados pela primeira vez. A comissão técnica lida ainda com dois desfalques por lesão preexistente: Nicolás Tagliafico e Thiago Almada treinaram à parte, em bicicleta, e são dúvida para o jogo. Já Tomás Palacios e Leonel Flores, que jogaram no fim de semana por seus clubes, pela Supercopa Internacional e pela Copa Argentina, se reincorporaram normalmente ao grupo. Scaloni concede entrevista coletiva nesta terça, antes da viagem a Córdoba.
Cinco vitórias seguidas sobre a Bolívia
O histórico recente favorece a Argentina com folga: são cinco vitórias seguidas, incluindo o 6 a 0 de 15 de outubro de 2024, a última vez que as duas seleções se enfrentaram, pelas Eliminatórias. A seleção boliviana chega para o amistoso depois de perder para o Paraguai de Gustavo Alfaro.
Matéria produzida pela Redação do Futebol Portenho com apoio de inteligência artificial, a partir de fontes primárias e do acervo do site.
