Autor: Thiago Henrique de Morais

  • Tévez: “Vou sair no fim da temporada”

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    O argentino Carlos Tévez, em entrevista a ESPN Brasil, declarou que a possibilidade de largar o Manchester United é mesmo grande. Nos últimos dias, a imprensa argentina publicou a indignação do jogador por ficar no banco de reservas nas principais partidas do time e que poderia deixar o clube inglês.

    “Há muitos clubes me procurando, mas o certo é que devo sair no final da temporada”, declarou Apache ao repórter João Castelo Branco, correspondente da emissora na Inglaterra. O jogador se desentendeu com o técnico Alex Fergusson recentemente, e reafirmou que sua opinião segue a mesma, apesar da titularidade no jogo de hoje.

    Ao ser substituído no jogo desta quarta-feira, pela Uefa Champions League, em que seu time venceu o Arsenal por 1 a 0, os ingleses gritaram “Argentina, Argentina, Argentina”, demonstrando que realmente o jogador é querido. A respeito do Corinthians, onde foi ídolo da torcida em 2005, ele foi sucinto: “Vai ser difícil, mas o Corinthians vai ser campeão”.

  • Vitória para levantar o ânimo

    golTirando a hostilidade dos torcedores do San Lorenzo na chegada do Universitário ao Nuevo Gasômetro, tudo foi as mil maravilhas. O que Diego Simeone queria, ele conseguiu. Testou vários jogadores e de quebra venceu os peruanos por 2 a 0. O resultado eliminou o Universitário da competição, já que os mexicanos do San Luis venceram pelo mesmo placar o Libertad, do Paraguai e se classificaram.

    Os gols da partida saíram dos pés de Calheira (contra), aos 21 minutos do primeiro tempo, e de Gómez, três minutos depois. O resultado, como todos já sabiam, não ajudaria o time a melhorar na classificação geral. Chegou aos seis pontos, dois de diferença de San Luis (MEX) e Universitário (PER), ficando em último em seu grupo 8. é ‘Russo’!

  • Vaias da torcida são por nossa culpa, diz Buonanotte

    buonanotte1aLagrimas de Falcão no vestiário após pelo Clausura após as vergonhosa eliminação da Libertadores. Vais, muitas vaias para o time, que fora chamado até mesmo de gallina pelos torcedores do próprio River. Diego Buonanotte acha tudo isso mais do que normal. “A culpa de tudo isso é nossa”, disse o jogador. A frase, por sinal, estampou por alguns momentos a capa on-line do Diário Olé.

    Apesar de ser um dos mais novos do time, ele foi o que mais sentiu-se tranquilo com a situação. O único que entendeu a revolta dos torcedores. A vitória contra o Gimnasia Jujuy foi sofrida. As vaias foram mais do que merecidas, de acordo com o atleta. A vitória, claro, diminuiu um pouco tais vaias. “Era difícil jogar nessa situação, mas lamentavelmente é normal e estamos acostumados. Creio que o pior passou, quando o Simeone era técnico”, completa o meia atacante.

    E só de pensar que quinta-feira tem mais, muito mais vaias e hostilidades. Última partida pela Libertadores. A eliminação ainda dói para o torcedor.

  • Dois meses mais para Ischia

    bianchiCarlos Bianchi pronunciou-se na manhã desta terça-feira a respeito da possível saída de Carlos Ischia do Boca Juniors. Manager no clube, o ex-treinador assumiu que é sim provável que ele saia, mas não nesta semana, em caso de eliminação na Copa (que ocorre se o Boca perder em casa por três gols de diferença e Cuenca triunfe em seu jogo).

    “Reuni vocês para esclarecer certas coisas que tem por um ponto final, já que não há motivos para que siga comentando. Dizem de problemas que não existem. Criar problemas onde não tem, não é bom. Querem que eu brigue com Ischia, eu sou amigo dele. Se brigarmos aqui, pelo futebol, tenho que deixar isso”, disse em um tom político.

    Entretanto, logo em seguida, Bianchi afirmou que o contrato de Pelado vai até dezembro, mas pode-se discutir em julho, após a final da Libertadores – caso o time chegue a ela. Para amenizar, no fim da coletiva, até ele se colocou em xeque. “Hoje sou manager, amanhã não sei o que será da vida”.

    Crise no Boca!

  • Crise no Boca

    Foto: Olé
    Foto: Olé
    Carlos Ischia citou na semana passada que a Copa Libertadores é mais do que obrigação para o time. Seria uma premonição de que uma crise poderia vir. Até aquele momento, eram três partidas sem vitórias. Depois de tal comentário, mais duas derrotas para o currículo.

    Então…Crise no Boca! Biachi, hoje como coordenador do clube, não estaria mais satisfeito com o treinador. Alfio Basile e Ramón Cabrero já estariam sendo contatados. O estopim pode ser na Libertadores. Em caso de mais um tropeço – mesmo com classificação, para muitos – tchau, tchau!