Com a implacável e surpreendente vitória de 3 a 0 do Huracán sobre o San Lorenzo no “Clássico do bairro”, era de se esperar que o estado de espírito fosse muito diferente nos vestiários dos dois eternos rivais. O placar surpreendente dá novo ânimo a um Globo que vinha flertando com a crise, e acaba com as esperanças de título para o Ciclón.
Miguel Brindisi, nome histórico do Huracán, não poderia estar mais feliz. Reconheceu o status de zebra de sua equipe no clássico, mas garantiu que sempre acreditou na vitória. Para ele, a grande chance do Globo eram as bolas aéreas, e a chave do sucesso foi o fato de os dois zagueiros, os mais altos da equipe, terem conseguido exercer satisfatoriamente o papel de atacantes.
Mas Miguelito está ciente de que a trajetória ainda é longa. Após ressaltar a bravura dos jovens jogadores da equipe, acrescentou: “Já acabou o clássico, e para nós todos os jogos são clássicos. Comemoremos hoje, mas amanhã trabalhamos cedo e já estamos pensando no Olimpo”.
Do lado derrotado, evidentemente a situação era outra. Ramon Diaz parecia perplexo com a derrota. Afirmou que o resultado não estava nos planos, e era surpreendente, já que a equipe vinha de uma boa vitória e havia trabalhado mais do que nunca ao longo da semana.
“o futebol tem dessas coisas; lamento pelos torcedores”, disse o riojano, que preferiu encerrar a entrevista em tom diplomático: “É preciso cumprimentar o Huracán. Sei o que representa perder o clássico para os torcedores e para nós mesmos”.
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