Messi comemora Monumental lotado no sábado

Dia e horário foram determinantes para o bom público

Desde Buenos Aires – O que antes era promessa, agora é realidade. No próximo sábado o Monumental estará repleto para ver a seleção argentina contra o Equador. Todos os 45 mil ingressos, para todos os setores do estádio, já foram vendidos e a estimativa é de uma renda que beire 8 milhões de pesos. Por aqui todos comemoram a cifra e o excelente público, mas não deixam de comparar com a baixíssima média de torcedores que acompanharam os jogos da seleção no estádio no ano passado. Para isso existe uma explicação óbvia; o dia e  horário da partida.

Para ambos jogos, contra Chile e Bolívia em 2011, o apito inicial deu-se às 18h30 de uma sexta-feira. Horário muito complicado na caótica Buenos Aires. Poucos foram os que se arriscaram a presenciar as exibições de Messia e companhia. Já para o confronto contra o Equador, nada melhor que um um sábado no final da tarde. Resultado: estádio cheio. A decisão de levar as outras partidas válidas pela Eliminatórias para Mendoza e Córdoba, chegou a usar como álibi o pouco número de torcedores nos jogos na capital ano passado. Não é que o portenho tenha deixado de gostar e acompanhar sua seleção. Apenas uma má determinação da tabela acabou afugentando os fãs e nada melhor como essa resposta dada nas bilheterias.

Quem se mostrou contente em saber que se apresentará diante de um Monumental repleto foi Lionel Messi: “É muito bom que os torcedores se aproximem da seleção”, disse o craque em entrevista coletiva logo após seu primeiro treino com o restante do plantel em Ezeiza. Outro jornalista peguntou em determinado momento, se Messi tivesse que escolher entre uma final contra o Brasil em 2014 com um placar justo de 1 a 0 com gol aos 45 minutos do segundo tempo ou uma com tranquilidade e goleada por 4 a 0, qual seria a opção do camisa 10. Com a mesma velocidade e habilidade que dribla dentro de campo, o jogador se esquivou da questão com um eficaz: “Desculpe, não estava prestando atenção na pergunta”, disse o gênio.

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