River: Após derrota, um caos anunciado

A derrota para o Belgrano na última quarta-feira para o Belgrano, na partida de ida da promoción, aumentou a crise na instituição. A delegação desembarcou na tarde desta quinta em Buenos Aires e sofreu com represarias dos torcedores desde o Aeroparque, com direito a tentativa de invasão da sede no clube do Monumental de Núñez e protestos nas intermediações da concentração da equipe.

Cerca de 500 torcedores tentaram na tarde de hoje invadir o Monumental de Núñez, com direito a agressões a policiais e jornalistas que faziam links ao vivo desde a sede do clube. Curiosamente, a agressão aconteceu quando o comitê de segurança estava reunido para definir se a partida seria disputa com ou sem torcedores, por conta dos incidentes em Córdoba. Os manifestantes pediam a cabeça de Daniel Passarella e de Juan José López, além de protestarem contra os jogadores.

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Na concentração do clube, manifestantes repudiaram a intenção de Passarella – que estava no local – em manter Jota Jota López além de manter o protesto – desta vez sem agressões. Os torcedores estenderam um faixa com os dizerem “matar ou morrer”, o que levou a polícia aumentar o efetivo policial no local.

Minutos depois, o site oficial do clube soltou um comunicado oficial acusando parte da imprensa de ser a culpada pelos incidentes e tirando a responsabilidade de si. “Há jornalistas que tem uma palavra crítica, mas que sempre nos escutam, mas têm outros que não merecem o nosso respeito (…). Daniel Passarella e sua comissão diretiva, eleitos em legitimas eleições, são apoiados pela maioria dos sócios e torcedores e não vão abaixar os braços e sequer entregar-nos (..). Por isso, damos apoio a nossa equipe profissional”, dizia parte do comunicado.