No mesmo dia em que se inaugurou o Museu do Time, a Comissão Diretiva da equipe, em uma seção extraordinária, decidiu por realizar as obras no estádio que terem um valor total de meio milhão de doláres. E a forma de pagamento, 100 mil em dez vezes, seria por meio da cessão do palco n°57 por dois anos, e 10% do passe de Abelairas, 15% de Diego Barrado, 20% de Gustavo Fernández e 20% de Nicolás Domingo.
O único dirigente que se colocou contrário a proposta foi Juan Manuel Lanas. Macchi, Israel, Córdoba, Darío Santilli, Ferreyra, Quintás, Poblet, Ballota, Singerman, Besteiro, Grinberg, Slipak, Cavallero e Cuiña concordaram, mesmo sem muitos saber os detalhes do contrato.
No total, serão pintados 35.000 metros quadrados, ou seja, 14,25 doláres por metro quadrado. Um valor alto se considerarmos os padrões argentinos. Alguns sócios do clube ao saberem da resolução, se perguntaram se eles não poderiam ter convocados os mesmos para ajudar na obra. Outros, mais radicais, sugeriram que os jogadores pintassem o Monumental, já que no futebol estão a dever.
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