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Román Riquelme: “Sabemos que será uma eliminatória difícil”

Foi uma noite copera! Gols que saíram de jogadas belas, um bom funcionamento do meio de campo, conduzido de maneira magistral por Juan Román Riquelme, que foi o astro da noite ao lado de Orión e Pablo Mouche. Com placar de 3 a 2, no jogo (5 a 3 no global somando partidas de ida e volta), a equipe Xeneize mostrou bom futebol, apesar das velhas falhas do sistema defensivo, mas sempre no controle da partida e avançando às quartas de final na competição mais importante do continente.

Fora a classificação, a noite também foi de quebra de recordes, com Román e Clemente chegando ao número de 60 participações na Copa Libertadores, igualando assim à Sebastián Battaglia. E mais, o camisa 10 da equipe azul y oro marcou seu 23° gol na competição, mesmo número de tentos que leva Martín Palermo, já aposentado, podendo assim superá-lo em breve, caso marque nos próximos dois jogos.

No entanto a participação do enganche foi fundamental em todas as jogadas de gol e ao término da partida, a preocupação de todos na equipe agora é sobre o próximo rival que deverá sair da peleja entre as equipes brasileiras do Fluminense e do Internacional de Porto Alegre, que empataram sem gols na primeira partida na capital gaúcha.

Román, que mostrou sua categoria e participou de todos os lances de gol, atuando de forma decisiva, falou após o jogo sobre a importância do resultado em casa e que espera dificuldades para a próxima fase da Copa Libertadores.

“Estamos contentes, sabíamos que seria complicado o jogo fora, mas fizemos uma boa partida em casa e também jogamos bem aqui, voltamos felizes para casa”, analisou o camisa 10 Xeneize, que agora espera o adversário.

“Temos uma boa equipe, confiamos no grupo que temos. Fizemos tudo certo e da melhor maneira, como queríamos. Agora esperamos Fluminense ou Inter, que são equipes muito fortes e sabemos que será uma eliminatória muito difícil”, concluiu Román.

Junior Sagster

Jornalista esportivo, formado em Comunicação Social/Jornalismo. Acompanha o futebol argentino desde a Copa do Mundo realizada no México em 1986, quando viu pela primeira vez Maradona jogar pela Seleção Argentina. Em sua carreira como jornalista tem 06 anos de experiência, 02 em redação e 04 em assessoria de imprensa esportiva.

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