Segundo ele, a intenção da AFA é que o esporte se auto-sustente, e pague suas dívidas com recursos próprios, e que o Estado passe a defender a propriedade intelectual do futebol. Meiszner se mostrou favorável a paralização do Apertura até que os clubes paguem suas dívidas também, “É uma decisão pouco simpática, mas muito reflexiva. Neste momento de reformulação temos que tomar novos caminhos para melhorar o futebol argentino”.
Finalmente, reconheceu que a AFA não é mais a mesma instituição salvadora dos clubes, e que hoje a situação é totalmente diferente. “A AFA está pobre, igual a todos os clubes. A solução não é a AFA pagar todas as dívidas, porque tem que se buscar uma solução profunda”, concluiu o secretário executivo.
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