Apesar do Boca Juniors levar seu nome ao pé da letra ao utilizar vários jogadores vindos da base, nada mudou no rendimento de jogo dos comandados de Abel Alves. Para o Atlético Tucumán, ficou claro na postura de jogo que o empate seria uma conquista para levar de souvenir da Bombonera. De maneira que não houve para onde escapar, e os dois times ficaram no zero, e a imagem dos jogadores Xeneizes saindo de campo com as cabeças baixas se repetiu.
No primeiro tempo, os anfitriões comandaram a posse de bola no campo de ataque de forma natural para qualquer time que jogue em seus domínios. Contudo, quando Pereyra e Luis Rodriguez subiam ao ataque, a incapacidade de marcação da renovada defesa Xeneize deixava o hincha com o coração na mão. Só os dribles e chutes de fora de Mouche davam algum alento, mas nenhuma bola na rede.
A etapa complementar não poderia ser diferente, já que nenhuma das equipes fez alterações na volta dos vestiários. Mas a medida que o Boca se lançava com mais desespero ao ataque, o Tucumán contragolpeava com maior perigo, chegando quase ao sucesso num chute desviado por Javier García passando ao lado da trave devagar. No finzinho, ainda deu tempo para a despedida de Noir, e um chute no travessão do Pochi Chavez, mas o 0 x 0 persistiu.
Tentando se reabilitar, os Xeneizes viajam para Mendoza, encarando o Godoy Cruz, líder do Clausura. Já o Atlético Tucumán de Osvaldo Sosa volta para casa, recebendo o Argentinos Juniors.
