Autor: Thiago Henrique de Morais

  • Estudiantes por mais uma vitória

    EstudiantesO péssimo início no Clausura já é passado. O Estudiantes já se encontra no meio da tabela e pode aproximar-se dos líderes do torneio. Um deles é o adversário desta noite. O Huracán é um deles.

    Uma vitória, com os titulares – isso mesmo, nada de poupar jogadores para Libertadores – dá uma moral ao time de La Plata, que joga em seu estádio.

    E vice versa. Se o Huracán conseguir triunfar, quebrará a sequência de Andujar, que não toma gols a oito jogos e de quebra, encostar no Vélez.

  • Clássico distinto

    No último jogo, vitória do Boca. A história será diferente?
    No último jogo, vitória do Boca. A história será diferente?
    Torcedores de San Lorenzo e Boca nunca imaginariam que depois de disputarem o título argentino, no fim do ano passado, estariam em crise no torneio seguinte. Em um clássico totalmente distinto, ambas equipes buscam forças nessa reta final para não terminarem o Clausura de forma vergonhosa. A partida começa às 17h10.

    Apesar de ter um jogo de suma importância pela Libertadores da América na próxima semana, quando encara o Defensor, do Uruguai, o técnico Carlos Ischia sabe da pressão que o time vem passando e decidiu por colocar todos os jogadores disponíveis para o jogo ante o rival. Eles dizem que podem terminar em último se ganhar a Copa, mas como sequer passou as quartas, é melhor prevenir do que remediar.

    Já Diego Simeone espera que sua equipe possa ganhar sua primeira partida em casa após sua chegada. Até o momento o comandante está invicto no cargo, mas com um empate no Nuevo Gasômetro também em um clássico, contra o Racing. É a hora da verdade, e a hora da virada.

  • Rosario e Newell’s se enfrentam após confusões

    RosarioxCentralApesar de não serem equipes de Buenos Aires, onde a predominância dos times é notória, Rosario Central e Newell’s fazem um dos maiores clássicos do país. Tão grande, quanto polêmico também. Durante as últimas duas semanas, os dois times travaram um confronto fora de campo. Torcedores do Newell’s depredaram a sede rival por não ter exigido a quantia necessária além de colocá-los em meio aos rivais. Ódio

    Em meio à decisão do governo, os Canallas – o motivo do apelido não precisa nem explicar – terão menos torcedores em seu estádio. Não adiantou de nada a tentativa de diminuir o número de entradas da Lepra, já que a desculpa era por conta do alto número de sócios. Mesmo assim, uma das torcidas mais fanáticas da Argentina não deixará de fazer a festa em seu estádio.

    Uma vitória dos locais deixa-os, teoricamente, na briga pelo título (ficaria a seis pontos do Vélez) e se afasta da zona de promedio, que assombra a cada dia os torcedores. O Newell’s, por sua vez, faz uma temporada irregular, com as anteriores e quer ofuscar a boa campanha do rival. Vale lembrar que o Rosario não vence um torneio há 22 anos, diferentemente do Newell’s, que conquistou o Apertura, em 2004.

    Então, nada melhor para o Newell’s do que aumentar esse número. A moral é enorme, principalmente após ter quebrado uma sequência de nove partida sem vitórias, na última partida.

  • Argentina perde nos pênaltis e é vice no Sub-17

    Rotondi (20) marcou o primeiro gol na decisão por pênaltis. Esperança ingrata
    Rotondi (20) marcou o primeiro gol na decisão por pênaltis. Esperança ingrata
    Não há torcedor da Argentina que não se lembre do fatídico dia em que a Seleção foi derrotada nos pênaltis, na Copa América de 2004. Tínhamos o jogo na mão, mas entregamos no fim. Mas, tudo tem um retorno, nem que seja num Sul-Americano Sub-17. Mas, infelizmente não foi este.

    Não necessariamente da mesma forma, mas com a mesma prepotência que tivemos, os jovens garotos também tiveram na noite de sábado para domingo, em Iquique. Abriram 2 a 0. Não souberam administrar, relaxaram, brincaram e tomaram um empate aos minutos finais.

    Nos pênaltis, um drama. Argentina perdeu dois pênaltis consecutivos, mas conseguiu o empate até o quinto pênalti, já que a Seleção também perdeu os últimos dois (além do segundo, com Gérson).

    Mas, Espindola, que teve a oportunidade em seus pés de definir, também perdeu, mandando o jogo para as cobranças alternadas. O duelo seguiu até a nona cobrança. O zagueiro Krupszky perdeu e deu de bandeja o título. Wellington não vacilou e balançou as redes de Damian Martinez. 6×5 nos pênaltis.

    Ao menos a Argentina demonstrou um poder de recuperação. Conseguiu buscar a diferença de dois gols e mostrou que pode conquistar, pela primeira vez o título mundial da categoria. Mas, que a vitória nos pênaltis daria uma moral redobrada, isso daria.

  • Colón vence e se mantém na briga

    bichiDepois de dois resultados ruins no Clausura, o Colón conseguiu se reerguer no Campeonato Argentino. Jogando em seu estádio – o mesmo que receberá a Seleção Argentina no próximo dia 20 – o time do técnico Antonio Mohamed venceu por 2 a 0 o San Martín de Tucumán e chegou aos 24 pontos na classificação – três dos Vélez Sarsfield, mantendo as chances de título.

    O resultado saiu no segundo tempo. Esteban Fuertes marcou aos 20 e aos 44 minutos de jogo. O atacante do Colón ficou a um gol de marcar o centésimo com a camisa do time. O resultado colocou o time na segunda colocação provisória, podendo ser ultrapassado por Lanús e Huracán, que jogam neste domingo. O San Martín, por sua vez, entrou na zona de descenso, no lugar do Gimnasia LP, que empatou no início da rodada de sábado.