De La Plata – O que faz diferença no futebol são os três pontos. É muito ver um time habilidoso, com dribles, mas desde que faça gols. E isso definitivamente não aconteceu com o Brasil. Neste domingo, na estréia na Copa América, o time dirigido por Mano Menezes abusou do dribles, mas pecou nas finalizações. O resultado não poderia ser outro que um empate sem gols mesmo contra a frágil Venezuela.
Que o futebol do Brasil foi mais envolvente, mais empolgante do que o da Argentina, isso não há dúvidas. Mas, o resultado em seu final foi tão igual quanto o do time de Batista. Ou pior, pois não houve eficiência, tampouco finalizações como eram esperadas. O chute de Pato ao fim do primeiro tempo, no travessão, foi a melhor oportunidade da partida. Uma lástima. No segundo tempo ainda foi pior, quando mostrou-se afobada e sem padrão. Mano Menezes chegou a armar um time que nunca havia treinado.
Os venezuelanos por sua vez, tiveram os seus méritos. Marcaram, de forma afobada é verdade, mas não permitia as chegadas dos brasileiros. Quando abriam uma brecha, o goleiro Vega salvava. Contudo, deixou de aproveitar os contragolpes, graças a falta de velocidade no meio campo e dos atacantes. No segundo tempo começaram a gostaram do jogo, mas sem levar perigo a meta de Julio César.
A partida num todo foi gelada. Pouca vontade, muitas firulas e pouco futebol A única coisa que esquentou o jogo foi um cachorro que entrou em campo na metade do primeiro tempo e uma briga generalizada na porta do vestiário, quando o técnico da Venezuela, Cesar Farias, tentou intimidar Neymar e os jogadores brasileiros, assim como técnico Mano Menezes partiram pra cima do treinador.
Assim, tanto Brasil quanto a Argentina tem muito para melhorar, principalmente se querem chegar a final da competição. Estréia sempre é complicado, é verdade, mas tais pontos podem fazer falta e um cruzamento que estava previsto para a final, pode muito bem acontecer antes.
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