A Copa América 2011 ganhou status de tesouro nacional na Argentina, tanto para o povo quanto para o Estado. Vencê-la virou questão de honra obrigatória. Mas apesar da magnitude atrelada ao torneio continental, ele ainda não supera em força a Copa do Mundo. Pelo menos na mente do principal craque da Selección, Lionel Messi.
Especificamente falando, o Mundial de 2010 deixou cicatrizes que dificilmentes seriam curadas mesmo com a volta olímpica no Monumental de Nuñez. “Quero vencer com meus companheiros porque seria genial para os hinchas, sobre tudo depois do que aconteceu na África do Sul. Foi uma desilusão muito grande que não se apagará, nem mesmo com o título aqui”, confessou.
Na busca por esta glória continental, Messi citou as qualidades do grupo comandado por Sérgio Batista, ao destacar que a equipe “é forte e compacta”. A última vez que ele vestiu a camisa Albiceleste, a Argentina venceu Portugal por 2 x 1 em Genebra (Suiça), num duelo pessoal dele com Cristiano Ronaldo.
No entanto, ao falar de “La Pulga”, impossível esquecer do melhor time do mundo, cujo esquema tático serve de espelho para o do Checho na Selección. Messi também opinou sobre a temporada com o Barcelona: “Eu não diría que somos a melhor equipe da historia porque já tivemos grandes times em diferentes épocas. Só que, no mínimo, já demonstramos que esta merece ser lembrada para sempre”, comentou.
