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Contra a correria sul-coreana

Se há um desafio que os argentinos terão de superar nesta quinta-feira, às 8h30 (de Brasília, 13h30 de Johanesburgo) é parar a correria da Coréia do Sul. E não será uma coisa fácil para o time de Diego Maradona, que manterá uma linha lenta. Além de serem rápidos, os adversários da segunda partida da Argentina no Mundial da África do Sul hoje são técnicos. Uma missão nada simples.

Não é exagero dizer que o adversário mais complicado será a Coréia, por tudo que os asiáticos apresentaram na partida contra a Grécia. Tem muito mais time que a Nigéria e um jogador diferenciado, o meia Park Ji-Sung. E sem Verón na equipe, a situação fica ainda mais complicada. A defesa que o diga.

O jogador do Estudiantes não aguentou o fardo de carregador de piano, tendo de trabalhar as bola, além de cobrir as investidas de Jonas Gutierrez. Com uma contratura na panturrilha, Verón não enfrentará os sul-coreanos. Jonas terá de evitar tanto as subidas – uma estratégia para evitar o cansaço – já que o substituto de La Brujita será Maxi Rodríguez, uma meia mais ofensivo que Verón.

Mais do que na primeira partida, a Argentina dependerá de Lionel Messi, principalmente se Dí Maria desempenhar o mesmo futebol de cinco dias atrás. As críticas, certamente, voltarão caso o jogador do Barcelona não deixe a sua marca. Vale destacar que La Pulga arriscou oito chutes a gol, a maioria esbarrada em Enyeama, destaque da primeira rodada, fazendo sua melhor partida.

O que se espera é a lógica: mais uma vitória argentina e uma possível classificação – caso Grécia e Nigéria fique no empate, o time de Maradona garante a classificação, mas não o primeiro posto. Sofrimento, por mais uma vez haverá.

Thiago Henrique de Morais

Fundador do site Futebol Portenho em 2009, se formou em jornalismo em 2007, mas trabalha na área desde 2004. Cobriu pelo Futebol Portenho as Eliminatórias 2010 e 2014, a Copa América 2011 e foi o responsável pela cobertura da Copa do Mundo de 2014

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