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Afinal, quantos jogos Argentina e Brasil já disputaram na história do superclássico?

Antes do único superclássico feito pelo Futebol Portenho in-loco, o repórter Marcelo Montanini resgatou os números do clássico entre as duas Seleções. E trouxe a tona a discussão entre as duas confederações no que tange os dados estatísticos. Para a AFA, são 97 confrontos. Para a CBF, 99. E a FIFA? Para complicar tudo, ela contabiliza 95 jogos.

Como retratou na matéria de setembro de 2009, no primeiro ano do FP, essas duas partidas foram disputadas por combinados locais brasileiros e não necessariamente a Seleção principal. E a de 1923, a Argentina atuou com uma seleção que não a principal, já que no mesmo dia a Albiceleste perdeu por 2×0 para o Uruguai, na Copa América. O resultado do Brasil foi o mesmo: 2×0.

Súmula dos confrontos de 68, quando a Argentina enfrentou combinados locais.

Em 1968, os outros dois confrontos não computados pelos Argentinos. O primeiro no Maracanã, quando a a Argentina perdeu por 4×1 para o combinado carioca. Quatro dias depois, em 11 de agosto, perdeu para o combinado mineiro por 3×2. Curiosamente, as três partidas em questão foram com derrotas da Seleção Argentina.

A FIFA, por sua vez, não contabiliza a partida envolvendo a Copa Rocca de 1922, onde o Brasil venceu por 2×1, no dia 22 de outubro daquele ano, além dos Jogos Olímpicos de Pequim, no qual a AFA contabiliza em sua lista atual, como relembrou o também repórter Marcos Paulo Lima, do Correio Braziliense. Curiosamente, as partidas envolvendo seleções olímpicas não entram nesta lista há cinco anos.

Assim, para a CBF, são 99 jogos — sendo o superclássico das Américas o 100º, com 39 vitórias, 24 empates e 36 derrotas da Seleção Brasileira. Para a AFA, são 97 jogos, com 37 vitórias, 36 derrotas e 24 empates. Já para a FIFA, são 95 confrontos. 36 vitórias argentinas e 35 do Brasil, com os mesmos 24 empates.

Thiago Henrique de Morais

Fundador do site Futebol Portenho em 2009, se formou em jornalismo em 2007, mas trabalha na área desde 2004. Cobriu pelo Futebol Portenho as Eliminatórias 2010 e 2014, a Copa América 2011 e foi o responsável pela cobertura da Copa do Mundo de 2014

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