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Confusão envolvendo Maradona e Bilardo está longe do fim

Billardo, Villani, Mancuso e Signori

Quando mais se coloca água, terra, cobertores para amenizar o incêndio na Seleção Argentina, mais o fogo aumenta. E tudo indica que este é só o início. A reunião entre Diego Maradona e Julio Grondona, na segunda-feira passada, começa a ser desvendada aos poucos. E quando mais se cutuca, mas a ferida se abre.

Além de tudo aquilo que já foi falado (saída de Lemme, chegada de Gamboa, pedido de Ruggeri), confirmou-se a ausência de Carlos Bilardo, diretor geral das seleções nacionais, que foi para África do Sul, para observar os detalhes do local onde a Seleção ficará hospedada.

E a viagem pode ter sido em vão, já que há fortes rumores que Maradona não aceite tal concentração. Tudo para aumentar a intriga com Carlos Bilardo. O certo é que as Seleções têm até dezembro para darem duas opções a FIFA de onde ficarão hospedadas.

O mais estranho é que esta certa a presença do manager na reunião. Porém, decidiu viajar para África do Sul um dia antes de Fernando Signorini, Javier Vilamitjana, Donato Villani e Gustavo Dalto, outros membros da comissão técnica (e braços direitos de Maradona) que avaliarão o chamado ‘búnker’.

A desculpa foi porque não havia vaga no mesmo voo. Mas a verdade é que os quatro nomes citados, preferiram não viajar com Bilardo, que insiste em permanecer no cargo, apesar de todos estarem contra si. “Carlos não sairá porque é um lutador, gosta destas brigas e não quer abrir caminho para Maradona”, ressaltou um amigo do manager.

E claro: na reunião Maradona falou tudo o que estava engasgado e claro, não renunciou. Mais do que isso: sequer ficou cogitada uma possibilidade de demissão por parte de Julio Grondona, que não falou uma palavra sequer sobre as declarações do técnico após a partida contra o Uruguai.

Grondona Apenas ouviu a insistência de Maradona em ter Ruggeri, Hector Enrique (atualmente na Sub15) e Fernando Gamboa (este, só a partir do fim do ano) no comando técnico da Seleção e que quer Bilardo longe do vestiário e da concentração. E tem muito mais por ai, porque onde há fumaça, a fogo.

Thiago Henrique de Morais

Fundador do site Futebol Portenho em 2009, se formou em jornalismo em 2007, mas trabalha na área desde 2004. Cobriu pelo Futebol Portenho as Eliminatórias 2010 e 2014, a Copa América 2011 e foi o responsável pela cobertura da Copa do Mundo de 2014

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  • Estimados: conheci o site no programa loucos por futebol. nasci em bs.as e fui todos os domingos e quartas a ver meu time vélez desde 1964 até 1985. Quem sabe posso bater um papo com vocês no futuro. minha mulher mora em são paulo e seria legal tomar umas cervas e falar de futebol argentino. Vivo no interior do estdo de sp. um abrazo, fernando. Minha seleção argentina de todos os tempos

    Fillol
    Olguín Perfumo Passarella Marzolini
    JJLópez Rattín Maradona
    Houseman Kempes Alonso

    um abraço.

    • Com certeza Fernando. Nossa equipe está bem distribuida no Brasil. Sou o único de São Paulo, mas quando estiver aqui, pode me procurar para conversarmos sobre o nosso futebol argentino.

      E bela seleção.
      Abraços

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