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Falcioni rebate Riquelme

Após a vitória sobre o Independiente, Julio César Falcioni foi irônico ao responder a Riquelme, que o havia criticado na sua última conferência de imprensa. Também fez questão de esclarecer que não discutiu com Clemente Rodríguez, outro líder do grupo. o Falcioni ainda analisou a partida contra o Rojo e, de certa forma, defendeu o estilo de jogo de esperar o rival na maior parte do tempo: “eles tiveram a maior posse de bola, mas nós tivemos as melhores chances”.

Falar depois de uma vitória é algo que todo mundo quer. Assim como Falcioni. após a vitória contra um dos rivais de Avellaneda. O técnico xeneize fez questão de defender o estilo de jogo, que fez o Boca esperar pelo Rojo na maior parte do tempo. “Tivemos as situações mais claras para definir o cotejo e poderíamos ter vencido por uma diferença ainda maior”. E completou: “ainda que o Independiente tenha mantido a posse de bola na maior parte do tempo”.

E não demorou para Falcioni se referir a Juan Román Riquelme. Vale dizer que Román havia dito que “se Falcioni lhe deixava a porta aberta no clube é porque não sabia que ele é uma pessoa de palavra”. O comandante do banco xeneize disse que “não opino sobre Riquelme. Simplesmente digo que eu sou uma pessoa ética e por isso não vou manifestar o que penso sobre isso. Se ele tem palavra eu respeito isso”, disse Falcioni.

O técnico aproveitou para dizer que não houve uma suposta discussão dele com Clemente Rodríguez. “Nuca houve nada. Quando Clemente saiu de campo, fui questioná-lo, já que eu havia pensado que ele pedira para sair. Ele simplesmente disse que não e afirmou que o seu sinal dentro de campo era sobre os minutos que restavam para terminar a partida”.

Na opinião do treinador esta semana também será difícil, pois alguns atletas estarão a serviço da Seleção. Por causa disso, o ele pensa em utilizar até seis jogadores da base xeneize para completar os treinos semanais.

Joza Novalis

Mestre em Teoria Literária e Lit. Comparada na USP. Formado em Educação e Letras pela USP, é jornalista por opção e divide o tempo vendo futebol em geral e estudando o esporte bretão, especialmente o da Argentina. Entende futebol como um fenômeno popular e das torcidas. Já colaborou com diversos veículos esportivos.

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