Titular da Argentina durante boa parte da Era Sabella, o zagueiro Federico Fernandez foi um dos que puderam ter uma oportunidade de jogar contra a Bósnia, no amistoso no ano passado, nos Estados Unidos. Até por isso, pode falar com certa autoridade sobre o tema, não somente destacando os perigos as bolas aéreas, mas como se porta o adversário do próximo domingo, na estreia na Copa do Mundo.
“Nós conhecemos a Bósnia, pois enfrentamo-la em amistosos. São jogadores que atuam em grandes centros da Europa, com muitas técnicas. Podemos ser surpreender. Eles têm paciência para tocar a bola. Temos que ficar juntos, e não dar espaço para eles”, destacou o defensor da Argentina. “Eles têm jogadores bons no jogo aéreo, e por isso não podemos dar espaços”.
O jogador também foi muito questionado sobre o esquema tático que a Argentina jogará na estreia contra a Bósnia. De acordo com o jogador, não cabe a ele escolher qual o esquema a se utilizar, mas ressaltou uma preferência por três atacantes por conta da parte ofensiva. “Trabalhamos nos dois módulos. Estamos adaptados a isso. Temos que ver o que o técnico vai colocar no campo e colocar o maior fruto. No 4-4-3, temos um potencial ofensivo melhor. Mas qual a melhor tática, isso cabe a ele (Sabella). Estamos adaptados para os dois sistemas”, agregou.
Federico Fernandez relembrou também a sua passagem por Belo Horizonte há cinco anos, quando conquistou o título com o Estudiantes, na Libertadores. “Foi um momento incrível, mas é diferente desse momento. Foi algo importante ter conquistado a Libertadores e agora tenho o sonho de jogar um Mundial, começando por aqui”, descreveu o atleta do Napoli.
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