Repleto de cartolas e dirigentes, o sorteio dos grupos para o primeiro Mundial realizado no continente africano é cheio de expectativa e ansiedade. “Hoje começa a Copa. Quando você olha o rosto de todos os treinadores e dirigentes, você se da conta que pode chegar ou não longe, que tem ganas de conseguir o título ou se iremos ou não cair na primeira fase”, confessa o manager Carlos Bilardo.
Ele como ninguém sabe como é esse momento. Há 23 anos, Bilardo esteve no México no sorteio como técnico e pode ter se assustado com os italianos, cabeça de chave por terem conquistado o troféu quatro anos antes, em seu grupo, ao lado de Bulgária e Coréia do Sul. Conquistou cinco pontos (vitória na época valia dois pontos), suficiente para a primeira colocação.
“Estou tranquilo. Em qualquer grupo estaremos bem”, esbanjou o cartola para uma rádio argentina. A declaração pode ter sido sensata para uns, principalmente pelo momento e da angustia que a Seleção passou durante a fase eliminatória, mas prepotente para outros. Mas, que ele dê certa sorte e que não se caia em um grupo da morte pelo terceiro ano seguido. Ojala.
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