A Argentina está na final da Copa América. Com uma atuação de gala de Lionel Messi e principalmente de Javier Pastore, o time de Gerardo Martino volta a final da competição após oito anos de jejum – ficou fora na edição passada – com uma vitória por 6 x 1 sobre o Paraguai.
O resultado até dava indício de injustiça por alguns momentos. Isso por conta da boa atuação dos paraguaios durante bom momento da partida. Marcaram no campo argentino, pressionaram, arremataram ao gol. Por muito pouco não chegaram ao empate ao fim do primeiro tempo, após o gol de Lucas Barrios em um apagão argentino. No segundo tempo, foi outro futebol.
Mas não há como falar de injustiça com um placar desse, principalmente da atuação da Argentina. Apesar dos apagões durante alguns momentos, a Argentina conseguiu aproveitar bem os contragolpes e as oportunidades.
A precisão e o domínio, principalmente no segundo tempo, foram cruciais para um resultado dilatado no Chile. 10 chutes a gol e seis gols marcados. 60% de aproveitamento. 66,7% de efetividade nos remates ao gol.
Messi, apesar de não ter deixado a sua marca, participou de todos os gols do embate: assistências no primeiro na cobrança de falta para o gol de Rojo, depois com o passe para Pastore e no último gol, de Higuaín. Além de participar das jogadas dos gols de Di Maria e Aguero.
Um dia de lampejo, como diria outro. Que continue assim, principalmente na decisão de sábado, contra o Chile.
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