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Treinador da Seleção ainda se mostra engasgado com a Venezuela

A primeira derrota em torneios oficiais ninguém esquece. Principalmente quando você é técnico de uma Seleção importante do cenário mundial. E se o tropeço for contra uma seleção de pequeno porte, a dor é ainda maior. Este é Alejandro Sabella, que assumiu que ainda não tirou a Venezuela da cabeça, na última partidas das Eliminatórias Sul-Americanas.

“Com um bom resultado contra a Venezuela, hoje estaria mais tranquilo. A realidade é que estamos em um torneio de pontos corridos e cada ponto que soma você fica mais leve. Mas, sempre vou ficar para história como técnico que perdeu para a Venezuela. Isso é algo que não se apaga”, destacou o treinador.

Durante boa parte da entrevista ao Diário Olé, Sabella mostrou que a Venezuela é a pulga atrás da orelha. O treinador fez questão de lembrar até mesmo o bom momento da seleção vinotinto nas Eliminatória Sul-Americanas. “Eles ficaram melhores do que a Argentina numa Copa América que jogamos em nosso país. Temos que ver como eles cresceram. Óbvio que não é bom perder com a Venezuela, mas há um contexto a ser colocado”.

Sabella admite que o duelo contra os bolivianos será praticamente parecido, principalmente por conta do retrospecto recente da Bolívia contra os argentinos – uma goleada história e um empate na abertura da Copa América. “Contra eles vai ser algo parecido. Vão jogar como os venezuelanos. Não podemos dar sorte ao azar, temos que colocar tudo em jogo e buscar esses três pontos”, acrescentou.

Sabella também admitiu que não pensa em poupar jogadores no duelo contra a Bolívia para ir com tudo para o duelo contra os colombianos, adversários mais complicados nesta primeira parte das Eliminatórias. “Vamos ver como os jogadores terminarão a partida. A partir daí saberemos se vamos mudar ou não. Não vou poupar ninguém”, finalizou.

Thiago Henrique de Morais

Fundador do site Futebol Portenho em 2009, se formou em jornalismo em 2007, mas trabalha na área desde 2004. Cobriu pelo Futebol Portenho as Eliminatórias 2010 e 2014, a Copa América 2011 e foi o responsável pela cobertura da Copa do Mundo de 2014

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