Após algumas atuações não muito proveitosas no primeiro semestre deste ano de 2012, o jogador ganhou um lugar no banco e não se sente mais tão confiante em sua permanência na equipe para a próxima temporada, ao contrário do que anunciava há algumas semanas aos quatro cantos, e isso reflete na vontade do clube em buscar recursos por sua permanência.
Um dos maiores problemas é o fator financeiro, o jogador veio por empréstimo junto ao clube holandês e o Boca tem a opção de compra do passe, mas para isso teria que desembolsar 2,5 milhões de dólares. Algo que não passa pela cabeça dos dirigentes Xeneizes.
O outro problema é a preferência do treinador por Santiago Silva ao lado de Pablo Mouche, um jogador lento e que tem dado sorte, mas tecnicamente falando está muito aquém do que poderia ter rendido e para o que foi adquirido.
Por fim, a luta pela posição também apresenta outros nomes de peso no plantel de La Ribera, com muitos atacantes rápidos e novos, com sede de mostrar serviço, como Nicolás Blandi, Lucas Viatri, Franco Fragapane e Sergio Araujo, além do proprio Pablo Mouche.
A direção do clube sentará para conversar e acertar a situação de Cvitanich e outros atletas, o caso de Schiavi, apenas no dia 05 de julho, um dia após a final da Copa Libertadores. A novela pode ter final feliz com o título e uma boa atuação nos jogos finais. Será outra vez a chance de Cvitanich mostrar que deve ficar, como quando cresceu nos jogos finais do Apertura 2011?
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