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Independiente tenta a contratação de mais um atacante

Um dos pontos fracos do Independiente na temporada passada foi a ineficiência de seu ataque. Com apenas 13 gols marcados no último Apertura, a linha de frente, tão temida em outras épocas, atualmente não mete medo em praticamente ninguém. E o já débil ataque do Rojo sofreu uma baixa na semana passada: o atacante Facundo Parra, com problemas abdominais, não jogou contra o Boca e tenta se recuperar a tempo para o aguardado duelo contra o Deportivo Quito pela fase preliminar da Copa Libertadores da América, cujo primeiro jogo será no próximo dia 25 em Avellaneda. Por isso, tornou-se mais que urgente a vinda de um atacante para o elenco.

Nomes não faltam nas especulações: falou-se em Franco Jara, que está no Benfica, no uruguaio Boghossian, que joga no Red Bull Salzburg, em Rodrigo Mora, que defende o Nacional de Montevidéu e Sebastián Balsas e Guillermo Franco, que atuaram pelo San Lorenzo na última temporada.

Ainda que o elenco necessite de mais um atacante, as informações internas do clube não são nada boas. Segundo um dirigente do clube informou ao fórum “Infierno Rojo”, será praticamente impossível contratar um atacante para que ele já esteja à disposição de Antonio Mohamed no dia 25. Isto porque a Conmebol aguarda a lista dos jogadores que entrarão em campo até a próxima segunda-feira (24), o que faria com que a transferência tenha que ser finalizada até o domingo.

“Pensamento é na Libertadores”

Mesmo após as derrotas para o San Lorenzo e para o Boca, o técnico Antonio Mohamed mantém a calma e diz que o pensamento é total na Libertadores. Embora atuando com a equipe titular e tendo sido até melhor que o Boca no primeiro tempo, a equipe rubra não teve forças para reagir após o gol de Insaurralde, que deu números finais ao placar de Mar del Plata.

Mohamed deu suas justificativas depois do jogo: “A verdade é que jogamos pensando no próximo dia 25 de janeiro. Estamos numa etapa decisiva dos treinamentos e por isso jogamos mais no ataque, assumindo riscos, que é o que temos que fazer”.

Sobre Matías Defederico, o “Turco” apoiou sua atuação: “Gostei. Com o passar do tempo ficou cansado e não foi o mesmo do começo do jogo. Perguntei a ele se estava bem e ele me respondeu que sim. Por isso deixei ele jogar um pouco mais”.

Alexandre Leon Anibal

Analista de sistemas, radialista e jornalista, pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte. Neto de argentinos e uruguaios, herdou naturalmente a paixão pelo futebol da região. É membro do Memofut, CIHF, narrador do STI Esporte (www.stiesporte.com.br ) e comentarista do Esporte na Rede, programa da UPTV (www.uptv.com.br ).

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