A intensidade do segundo superclássico do ano foi bem distinta do primeiro. Sem os jovens criativos, o River Plate demorou em chegar a meta de Abbondanzieri e viu o Boca Juniors criar mais situações de gol, apesar do pragmatismo, graças aos seis meses de uma péssima gestão de Basile. O vitorioso, assim, só veio na decisão de pênaltis.
Na primeira etapa, o River Plate só conseguiu chegar a meta do arqueiro do rival por volta dos 25 minutos, em um lance isolado com do atacante Gustavo Bou enquanto os atacantes do Boca Viatri e Mouche já haviam criado várias oportunidades na qual Vega salvou.
Porém, o arqueiro do River não pode evitar o gol de cabeça do Viatri. Após um perfeito cruzamento de Mouche, o atacante levou a melhor sobre a dupla de defesa e mandou para as redes. Porém, com uma postura “Alá Basile”, o Boca não conseguiu ampliar o marcador.
Na segunda etapa, o clube de Núñez voltou melhor a campo, tanto que conseguiu o empate em apenas quatro toques. Vega mandou para frente, Funes Mori desviou de cabeça e Gustavo Bou dominou e mandou no canto de Abbondanzieri.
Apesar do gol, Leonardo Astrada demorou em colocar o atacante Daniel Villalva, que só entrou em campo aos 31 minutos da segundo etapa. E o jovem de 17 anos tratou de colocar fogo na partida. Tanto que em seu primeiro toque na bola, sofreu uma falta desleal de Hugo Ibarra, que foi expulso de forma direta. Apesar da superioridade numérica, o River não conseguiu a virada e a partida foi para a disputa de pênaltis.
E ali brilhou a estrela do goleiro Vega. O arqueiro do River pegou dois pênaltis (de Rosada e Colazo) e viu Sanches Miño isolar sua cobrança de pênalti (o único que marcou foi Viatri). Como Abelairas, Ludueña e Funes Mori concretizaram, o River Plate comemorou mais um título sobre o rival Boca Juniors.
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DÁ-LHE RIVER PLATE!!! DÁ-LHE RIVER PLATE!!!
Abbondanzieri não é mais o mesmo, pode ir embora, assim como o péssimo Rosada, que perdeu um gol feito.
avante river de mio coracion!