Originalmente publicado no aniversário de 65 anos, em 16 de novembro de 2015 – e revisto, atualizado e ampliado, especialmente a partir desta entrevista dada ao La Nación
Nascido em 16 de novembro de 1950, Héctor Rodolfo Baley completa hoje 75 anos. Data propícia para relembrarmos um daqueles curiosos goleiros capazes das defesas mais difíceis mas também de sofrer gols bobos. Não é tão lembrado fora da Argentina pois, embora presente em duas Copas do Mundo e campeão em uma delas, não jogou nenhum minuto, na reserva do mito Ubaldo Fillol. Assim, sua fama no exterior deve-se mais pelo fato de ser um raro argentino negro de destaque no futebol. E, ainda assim, mestiço: neto paterno de um senegalês, tinha como mãe uma loira de olhos verdes.
A pele de todo modo escura, especialmente para os padrões argentinos, lhe rendeu o apelido de El Chocolate, que ironicamente nasceu em uma cidade chamada Ingeniero White – que, por outra ironia, situa-se em uma municipalidade chamada Bahía Blanca, onde aquele avô paterno se instalara após vir do Brasil para trabalhar na construção do porto local. Igualmente portuário (até os 70 anos de idade) foi seu outro avô, Venancio González, espanhol da província de Leão, casado com a basca Elisa Petra. Estes conceberam Aurora, a branca mãe de Chiche, como Baley é apelidado na cidade natal.
Baley nasceu em um canto da província de Buenos Aires em que o basquete é o esporte mais forte localmente – não por acaso, Ginóbili também é de Bahía Blanca e outro nativo, o atacante Rodrigo Palacio, também sabe manusear a bola laranja. Em 2018, em conversa com o programa radial Puro Fútbol, ele comentou que de fato não sonhava em chegar nem mesmo à primeira divisão do campeonato argentino de futebol, sendo um dos tantos garotos locais que preferiam arremessar aos aros. Em 1982, já havia declarado algo parecido à revista El Gráfico, afirmando que praticava vôlei também.
Segundo a nota que deu em 2022 ao La Nación, esses hobbies podem até ter sido providenciais para desenvolver nele o bom manejo das mãos na bola para além dos ensinamentos do pai. É que ele era filho de outro goleiro: Walter Baley, tricampeão da liga regional de Bahía Blanca em 1935-36-37 com o Puerto Comercial de Ingeniero White, época em que também representava a seleção bahiense nos esquecidos campeonatos argentinos de seleções regionais (muito importantes nos anos 20 e ainda com certo relevo nos anos 30).
Há versões de que Héctor teria sido mesmo pressionado pelo pai a também jogar entre as traves, bem como declaração inversa, dada naquela nota da El Gráfico em 1982, de que teria passado a ser goleiro justamente para orgulha-lo – pois nenhum dos três irmãos (Oscar, Osvaldo e Horacio) se dispunha. Fato é que Héctor começou nos juvenis do próprio Puerto Comercial, sendo campeão sub-16 da liga bahiense de 1967, junto com o irmão Oscar.
Ainda juvenil, acabou aprovado em testes que fez nas categorias de base do Estudiantes. Mas, amante das pescas, sofreu para se acostumar a um estranho ambiente urbano sem conhecidos. E demorou para ter oportunidades concretas, embora até estreasse com 18 anos recém-completados na equipe principal. Em 2022, ao La Nación, ele reconheceu vivências incômodas pela cor da pele, mas não no futebol: “quando jogava, não tinha problemas”.
Sua estreia se deu em 12 de dezembro de 1968, na rodada final do Torneio Nacional, em derrota de 3-2 fora de casa para o Belgrano, embora a imagem acima equivocadamente credite o adversário como tendo sido o Racing de Córdoba. Mas o elenco utilizado foi totalmente reserva, o que incluiu outro futuro vencedor da Copa 1978, Rubén Pagnanini, e até mesmo o treinador: na súmula constou Juan Urriolabeitia e não o real comandante pincha, o lendário Osvaldo Zubeldía.
A folga tinha suas razões de ser: Zubeldía (sem parentesco com o atual técnico do Fluminense) e pupilos haviam ao longo de 1968 vencido a Libertadores em maio, sido vice-campeões do Torneio Metropolitano em agosto e erguido o Mundial em outubro. Zubeldía, aliás, também era do interior da província de Buenos Aires (mais precisamente, vinha de Junín) e transmitiu ao garoto Baley suas experiências para encoraja-lo a perseverar. Foi no Estudiantes que o apelido whitense de El Chiche daria lugar a El Chocolate – atenção, cariocas: enquanto Chiche é pronunciado tal como vocês leem Tite, o apelido mais famoso do goleiro é pronunciado como “Tchôcôláte” pelos hermanos, com a sílaba final ao estilo curitibano ou nordestino, e não como “chócólátchi”. O sobrenome, por sua vez, é lido como “Balêi” mesmo.
Era preciso perseverar mesmo: naquela fase áurea em que o clube chegou a quatro finais seguidas de Libertadores entre 1968 e 1971, vencendo as três primeiras, os goleiros eternizados foram outros. Alberto Poletti foi o dono do posto nas conquistas de 1968 e 1969 e o ex-vascaíno Néstor Errea na de 1970, enquanto Carlos Leone foi o titular no vice-campeonato em 1971. Baley inicialmente era apenas o terceiro goleiro, com Mario Flores sendo o reserva imediato entre 1967 e 1969 e Oscar Pezzano em 1970 e 1971.
Foi preciso aguardar o fim daquele ciclo para que ganhasse lugar: sua participação na 9ª rodada do Torneio Nacional de 1971 foi justamente a primeira partida competitiva de Baley pela equipe principal desde daquela estreia em 1968, após duas temporadas seguidas tendo de contentar-se em ser pontualmente relacionado ao banco de reservas ou ao campeonato paralelo de equipes B.
O Estudiantes, já treinado por Miguel Ignomiriello, venceu por 5-3 o Colón dentro de Santa Fe em 14 de novembro e adiante Baley atuou também nas duas rodadas seguintes, auspiciosas: 4-0 no forte Chacarita da época e um inapelável 5-1 sobre o rival Gimnasia. Mas foi só: Leone foi dono absoluto da meta em 1972, sem que o bahiense atuasse uma só vez entre Metropolitano e Nacional. Lembrando bem dele, o Colón contratou-o. A quem sentia falta de pesca em La Plata, a cidade de Santa Fe, às margens do Rio Paraná, já parecia auspiciosa de antemão.
No Cementerio de Elefantes, Baley enfim deslanchou: sabia jogar com os dois pés e sua marca registrada era arriscar-se para antecipar-se a cruzamentos ou outros botes adversários. Interceptou várias tentativas de gol, mesmo que levasse outros tantos, por vezes bobos, quando não chegava. Mas no rubronegro de Santa Fe, formou aquela que é considerada a melhor defesa da história sabalera, protegido pelos laterais Ernesto Aráos e Edgar Fernández e pelos zagueiros Hugo Villaverde (tio de Papu Gómez) e Enzo Trossero – estes dois fariam história juntos também no Independiente nos anos 70 e 80. Quando o Colón fez 110 anos em 2015, contamos um pouco de sua história através de 11 jogadores, um por posição, e escolhemos Baley como o goleiro: clique aqui.
César Menotti assumiu a seleção após a Copa de 1974 e promoveu como nenhum outro testes de jogadores do interior argentino. O país vivia safra dourada de grandes jogadores (mesmo a maioria dos campeões da Copa de 1986 iniciou-se ainda nos anos 70) e seus rincões adentro não eram exceção. Baley estreou em um 6-0 nos EUA, substituindo no decorrer da partida o folclórico Ricardo La Volpe.
Em 1976, outra equipe que vivia grande momento era o Huracán. Em 1973, o Globo havia, após 45 anos, sido campeão argentino novamente (Menotti era o técnico e essa façanha é que credenciou-o a ir treinar a seleção), inclusive tendo como goleiro Carlos Leone, aquele concorrente que Baley tivera no Estudiantes em 1971 e 1972. O timaço huracanense de 1973 inclusive foi a base da seleção na Copa de 1974. Em 1975, reforçado com a estrela do ídolo santista Agustín Cejas no gol, beliscara nova taça, ficando no vice para o River. Cejas acabou requisitado pelo Grêmio em 1976 e, para repor a saída desse outro goleirão, Baley mudou-se à capital federal.
A equipe do bairro portenho de Parque de los Patricios, com o recém-chegado, teve outro grande ano. No Metropolitano, foi novamente vice-campeã, agora para o Boca, embora ironicamente tenha somado nove pontos a mais que os auriazuis ao se levar em conta a pontuação de todas as fases. O ano de 1976 é lembrado pela torcida também pelas cinco vitórias nos cinco clássicos com o San Lorenzo, um 100% de aproveitamento não vivenciado por qualquer outro clube argentino em tantos dérbis no espaço de um ano.
El Chocolate esteve em quatro desses clássicos e, anos depois, figuraria até em música que abordava a boa fase dos quemeros: o grupo Los Piojos canta em “El balneario de los doctores crotos” sobre um sujeito que “escuta a luta do Globo campeão” e “ficou louco e diz que é Baley”. Nesse embalo, Menotti seguiu testando-o na seleção. Sua segunda partida, um 3-0 no Uruguai em plena Montevidéu em 9 de junho de 1976, também começou no banco. Substituiu, curiosamente, um colega de Huracán: o ponta René Houseman, pois o amalucado goleiro Hugo Gatti fora expulso.
Talvez Menotti também não quisesse Baley e Houseman juntos – antes de um daqueles clássicos ganhos contra o San Lorenzo, o goleiro reclamara publicamente que não aguentava mais a indisciplina do colega, cujo alcoolismo já não se mantinha em segredo. Fillol, por sua vez, havia pedido dispensa da seleção e assim Menotti promoveu alternância entre Gatti e Baley nos amistosos preparatórios à Copa do Mundo de 1978, já que a anfitriã Argentina não jogaria as eliminatórias.
Enquanto Gatti jogou mais em 1976, Baley foi mais usado em 1977, ano em que até atingiu uma marca que ganharia relevo com o tempo, pois foi o primeiro goleiro a pegar pênalti de Maradona (em empate em 2-2 entre Huracán e Argentinos Jrs, pelo Torneio Nacional). Naquele ano, El Chocolate oficialmente protegeu sete vezes a Albiceleste – três vitórias, três empates e uma derrota. Ainda houve uma partida não-oficial, contra o clube Deportivo Roca, vencido por 2-1 em de março. Novo teste veio em abril de 1978, dessa vez uma nova derrota – para o Uruguai, em Montevidéu. Gatti, lesionado, estava de fora. Mas Baley não seria o titular na Copa. Fillol, em boa fase no River, foi chamado para retornar e ser titular.
O grande herói da conquista, Mario Kempes, comentou sobre o dia-a-dia do Chocolate na delegação: “Baley fumava como um pescador. Com ele tínhamos uma superstição. Na viagem da concentração ao estádio íamos no último assento do ônibus e compartilhávamos um cigarro (…). Depois de ganharmos do Peru, ocorreu a Baley que tínhamos que ir pescar. (…) Voltamos com quatro peixes, que depois demos ao cozinheiro para que os preparasse para o almoço. Nossa mesa, onde estavam ainda Tarantini e Killer, teve um cardápio especial e todos morriam de inveja”.
Após a Copa, Baley foi ao Independiente. Reencontrou Villaverde e Trossero e com eles ganhou outro título em 1978, o campeonato nacional – assim, El Chocolate pertence à categoria dos que venceram uma Copa do Mundo antes mesmo de serem campeões do próprio país. Foi seu único título na carreira como titular, aliás. Teve grande exibição no jogo de ida no Monumental, segurando um enganoso e valioso 0-0, preparando terreno para o maestro Ricardo Bochini desfilar no jogo de volta em Avellaneda.
O goleiro não chegou, porém, a se eternizar nos rojos. Em 2025, ao programa televisivo Pasión Albiazul, dedicado ao Talleres, explicou que o Recreativo de Huelva queria contrata-lo e que até teria viajado à Espanha para avançar com uma negociação bastante encaminhada. Porém, ele sentia-se mais cômodo em permanecer no Independiente e sua preferência por voltar a Buenos Aires teria causado desconforto na cartolagem pelo dinheiro perdido.
Então, em suas próprias palavras, “falei com [o treinador José Omar] Pastoriza e [o então presidente rojo Julio] Grondona. Fui à AFA e me perguntaram se eu queria ir ao Talleres. ‘Já’, lhes disse. Combinaram com [o lendário presidente tallarin] Amadeo Nuccetelli, peguei o bolso e vim a Córdoba”. Enquanto jogador do Independiente, ele chegou a defender uma vez a seleção, embora em jogo não-oficial: 4-0 na seleção provincial de Mendoza, em 26 de novembro de 1980.
Baley se aclimatou tanto ao novo clube que, desde 1981, não deixou mais Córdoba. E o Talleres seria mesmo o clube com o qual talvez mais se identificou, ficando por lá de 1981 a 1987. Em 1981, foi eleito para “o time do ano” no futebol argentino pela revista Goles, como único tallarin na escalação, um marco considerando que o time, que vinha de um terceiro lugar em 1980, surpreendentemente até brigara para não cair. A rodada inaugural, que marcava a estreia “oficial” de Maradona pelo Boca, rendeu outra curiosa estatística a relacionar Baley a Dieguito: foi sobre El Chocolate que o astro marcou pela primeira vez com a camisa azul y oro, desconsiderando-se o gol que fizera dois dias antes no amistoso festivo de apresentação.
Como um dos principais salvadores do Talleres, Baley também foi, precisamente, a última novidade oficial de La T na seleção argentina – em 1991, Rolando Mannarino foi utilizado, mas em duas partidas não-oficiais, contra o Resto da América e contra o Resto do Mundo. E, em 2018, o goleiro Guido Herrera até foi convocado (para amistosos contra Iraque e Brasil), mas não chegou a entrar em campo.
A Albiceleste, agora por ser detentora do título, novamente não jogou as eliminatórias. El Chocolate tornou-se um raríssimo homem usado na seleção a partir de quatro entes federativos diferentes: Santa Fe, cidade autônoma de Buenos Aires, província de Buenos Aires e Córdoba.
Como tallarin, Baley jogou já em 1981 amistosos não-oficiais contra os clubes Godoy Cruz (4-0 em 5 de agosto, em Mendoza) e Barcelona (derrota de 1-0 no Camp Nou, em 1º de setembro) e dois amistosos pré-Copa em 1982: 0-0 com a Tchecoslováquia em 9 de março e 1-1 com a Alemanha Ocidental em 24 de março. Inclusive, foi considerado o melhor em campo, levando nota 10 da revista El Gráfico nesse jogo. Mas também seria sua última partida pela Albiceleste: Fillol seguia intocável.
Baley não tumultuou o ambiente, reconhecendo em 2025 que “Fillol estava muito bem”, considerando-se sortudo só pelo fato de ter estado em duas Copas. Na nota dada em 2022 ao La Nación, inclusive comentou a importância que o concorrente tivera na sua vida, relembrando que a primeira convocação teria se propiciado por um pedido de dispensa de Fillol para focar-se na Libertadores com o River. Ao todo, foram treze jogos oficiais pela Argentina e oito gols sofridos de El Chocolate, desempenho que faz dele o goleiro com menor média de gols sofridos por partida dentre aqueles que calçaram luvas pelo menos dez vezes pela seleção.
No Talleres, seu principal momento se deu com a campanha semifinalista do Torneio Nacional de 1984, quando inclusive foi o capitão de um elenco já bem diferente da geração dourada que o clube tivera nos anos 70. Ángel Comizzo, terceiro goleiro da Argentina na Copa de 1990, contou que aprendeu em La T com o Chocolate que “o travessão me ia cair na cabeça se vivesse embaixo da trave, que a área devia ser minha segunda casa” e que Baley lhe colocava para jogar nas difíceis canchas de Chacarita e Temperley para aprender o que era pressão.
Não que a estadia tenha sido mar de rosas. Baley precisou ser jogador-treinador por duas vezes em um clube que gradualmente perdia o protagonismo que amealhava desde a década anterior, o que, somado à idade já superior a 30 anos, encerrara o ciclo dele na seleção juntamente com a eliminação da Argentina na Copa do Mundo de 1982. Uma primeira experiência interina como técnico do Talleres se deu em 1983, voltando ele a ser improvisado na função em 1987.
O cansaço acelerou a decisão de largar naquele ano a carreira, segundo outro momento de sua conversa com o programa televisivo Pasión Albiazul em 2025: “estava cansado, não tinha mais ganas. Tinha 38 anos, não tinha lesões. De um dia para o outro decidi deixar [o futebol]. Depois paguei as consequências: me agarrou uma depressão porque não te esqueces de um momento para o outro”.
Ele seguiu trabalhando no futebol cordobês após parar de jogar, seja no Talleres ou nos juvenis da seleção provincial. Inclusive, foi como técnico juvenil em 2012 que polemizou com declarações racistas – logo ele: “desgraçadamente, temos três goleiros bolivianos e vários jogadores de linha bolivianos… no [arquirrival] Belgrano”. Tentou justificar que a frase veio em troca de “gozações” com os garotos e que “me favoreceu muito o fato de ser conhecido, mas antes disso, me senti mil vezes discriminado pela cor da pele. (…) Sofri e seria ruim que fizesse o mesmo”.
O ex-goleiro teve um 2015 irritante: teve a casa assaltada em julho e em setembro declarou que processaria os responsáveis pelo seriado Historia de un Clan. É uma espécie de Narcos argentino que aborda a família Puccio, responsável por diversos sequestros com mortes nos anos 80 – um dos Puccio era jogador da seleção argentina de rúgbi e uma de suas vítimas foi um colega de clube, algo retratado também no filme El Clan (em que o patriarca dos Puccio é interpretado pelo inesquecível alcoólatra de O Segredo dos seus Olhos). Quanto ao seriado, determinado episódio sugeriu que duas pessoas, por Baley, aceitariam travar relações homossexuais.
Em 2022, ao La Nación, o ex-goleiro detalhou-se como recém-recuperado da longa depressão pós-retiro. Contou que na fase mais aguda dela teria chegado a emagrecer 15 quilos, a perder cabelos e a evitar sair de casa: “passas 20 anos indo a campo. O futebol, os colegas, a galera, os autógrafos, as reportagens… e, de um dia para o outro, não tens mais isso. É duro”.
Creditava a recuperação, inclusive com o abandono de cigarro (vício que já tinha em plena Copa de 1978), à sua neta Guadalupe, a quem vinha ajudando a criar – ou, em suas risonhas palavras, “mal acostumar”. Ao La Nación, ela e a o avô retrataram simbolicamente o embranquecimento histórico da população argentina com o passar das gerações. Baley, ainda assim, não foi o único afro-argentino de destaque no futebol e na seleção. Listamos outros, contando como até Maradona tem ancestrais africanos, neste outro Especial.
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